Você já se perguntou por que parece que, quanto mais você trabalha e mais dinheiro ganha, mais fundo fica o buraco? Você olha para a sua vida, para as suas contas, e não vê solução. Por dentro, está uma loucura. Você trabalha, trabalha, trabalha… e o dinheiro não dá para pagar as contas, não dá para nada.
Eu quero te dizer uma coisa: o problema não é você trabalhar pouco. É o modo como você vive que está errado.
Você está sendo marionete do sistema.
O sistema ditou as regras para você:
o que você precisa ser,
o que você precisa comprar,
o que você precisa ter.
E você caiu no golpe.
Você sabe por que hoje você está se sentindo assim, preso, impossibilitado?
Porque falta dentro de você uma coisa: autocontrole.
E por que falta autocontrole?
Porque o seu interior não tem paz.
Porque o seu interior não tem contato com algo maior, algo celestial.
Porque o seu interior vive tentando provar algo para alguém… algo que não precisa ser provado.
Você quer aparecer para as pessoas, mostrar o que você não é.
E, enquanto isso, você vai ficar trabalhando, trabalhando, trabalhando… e não vai conseguir sair do lugar.
Porque quem dita as regras da sua vida hoje não é você:
é o que você acha que os outros pensam de você.
Talvez você não acredite no que eu estou falando.
Mas existem muitas pessoas morando em Alphaville, em mansões, que têm vergonha de sair de casa.
Elas se matam dia após dia, se destruindo, se corroendo por dentro.
Destruindo a própria família com estresse.
Mas preferem continuar com o nariz empinado, olhando para cima, do que corrigir a própria vida financeira.
Só que quando você corrige a sua vida financeira, algo muda.
Corrigir sua vida financeira traz paz.
Corrigir sua vida financeira cria um novo horizonte.
Corrigir sua vida financeira é o que começa a criar a sua vida rica.
Ser rico ou pobre é uma escolha.
Qual é a sua escolha?
Você prefere continuar se aparecendo para os outros,
mostrando aquilo que você não é
e gastando o dinheiro que você não tem,
dividindo tudo em parcelas no cartão de crédito?
Até que chega uma hora em que vira uma bola de neve.
Você não consegue mais alcançá-la,
não consegue mais sarar aquela ferida que começou a sangrar.
E vira uma hemorragia que não para.
Você não tem coragem de “ir ao médico”,
de buscar ajuda, ajustar de verdade,
para costurar essa ferida aberta
ou aplicar um remédio que cure essa dor.
Se você ainda vive em função dos outros,
é importante entender:
muitas dessas pessoas não estão nem aí para você.
Se a sua decisão de vida é viver para agradar os outros,
é duro, mas eu preciso te falar:
você é um trouxa do sistema.
O sistema te fez de marionete.
Te joga para cá, te joga para lá.
Você, que nem louco, fica olhando anúncios, ofertas, vitrines, redes sociais…
e desejando tudo aquilo.
Enquanto isso, a sua conta bancária continua negativa.
Acorda.
Para de ser bobo.
Você quer realmente destruir a sua família?
Quer destruir a sua paz?
Quantas vezes você coloca a cabeça no travesseiro e não consegue dormir
pensando na dívida de amanhã,
em como vai pagar aquela conta?
Quantas vezes seu filho pediu alguma coisa
e você tentou dar um jeito de comprar,
sabendo que isso iria te apertar ainda mais,
te enforcar cada vez mais?
Eu quero te chamar para uma missão.
A mesma missão que um dia me tirou do desespero.
Um dia, eu estava desesperado.
De coração, eu não sabia o que fazer.
Minha família não sabia disso.
Ninguém sabia.
Eu guardei tudo para mim.
Não importava se o sono não vinha,
não importava se as contas se acumulavam,
eu guardava aquilo só para mim.
Até que um dia eu sentei num banco de praça
e recebi o conselho de uma pessoa
que eu chamei de “sábio financeiro”.
Depois, inclusive, eu escrevi um livro sobre isso.
Esse homem olhou para mim e disse:
“Você não é culpado pelo que aconteceu até agora,
porque você não sabia.
Mas agora eu vou te contar.
E, a partir de agora, você passa a ser culpado por tudo o que acontecer na sua vida financeira.”
Ali, ele começou a me ensinar como:
organizar minha vida financeira,
ganhar mais dinheiro,
poupar,
investir
e montar três potes de ouro.
Ele dizia assim:
– O primeiro pote de ouro é para a sua velhice.
É o investimento de longo prazo, o dinheiro que você nunca mexe.
– O segundo pote de ouro é para os seus sonhos.
Tudo o que você quer realizar:
comprar seu carro, sua casa, fazer uma viagem,
fazer aquela festa de aniversário…
Tudo isso entra nesse pote.
– O terceiro pote é o fundo de emergência.
É para coisas graves que possam acontecer,
para te deixar mais calmo e te permitir dormir tranquilo.
No começo, eu achei tudo isso um absurdo.
Mas a voz dele era séria, serena.
E, à medida que ele falava, fui entendendo.
Ele continuou:
“Primeiro de tudo, você vai pegar um caderno ou uma planilha de Excel
e separar o que é dívida fixa e o que são dívidas temporárias.
Depois de separar,
você vai escolher uma dívida temporária e vai dar um jeito de eliminá-la.
Se vira. Tira pelo menos uma dívida temporária da sua lista.”
Eu tive que me virar para decidir qual dívida temporária eu iria pagar e eliminar primeiro.
No nosso segundo encontro, ele disse:
“Agora vamos fazer você ganhar mais dinheiro.
Você trabalha de segunda a sexta?”
Eu respondi: “Sim, de segunda a sexta.”
Então ele falou:
“Ótimo. Então nós temos sábado e domingo.
Temos também os horários depois que você chega em casa.
E temos ainda os horários em que você pode acordar mais cedo.”
Foi aí que eu comecei a ganhar mais dinheiro.
A fazer extras nos horários livres.
Trabalhava depois do serviço até meia-noite
e acordava mais cedo no dia seguinte.
No horário de acordar mais cedo,
ele me indicou livros para ler,
cursos para fazer.
E quando eu chegava do serviço,
eu trabalhava para outras pessoas.
“Mas como conseguir contatos para trabalhar para outras pessoas?”
Por meio disto aqui: eu ofereci a minha mão de obra, o meu talento.
Ele me orientou:
“Anota tudo no papel.
Anota tudo o que você sabe fazer.”
Depois que eu escrevi tudo o que eu sabia fazer,
eu comecei a vender o que eu sabia:
– Dei aula de violão para crianças.
– Vendi cursos.
– Fiz cartões de visita.
– Criei sites.
– Fiz até serviços de eletricidade residencial.
Tudo que aparecia para eu fazer, eu fazia.
Depois, ele me deu outro ensinamento:
“Agora você vai se pagar primeiro.”
Eu questionei:
“Como assim? Eu nem paguei minhas dívidas!”
E ele respondeu:
“Não. A partir de agora, tudo que entrar,
você vai tirar 10% e colocar em um investimento que você não vai mexer.
Se vira com o resto para pagar as dívidas.
Você precisa criar o hábito, na sua mente e no seu coração,
de se pagar primeiro.”
E ele completou:
“Você não vende simplesmente horas por dinheiro.
Você vende seu tempo de vida por dinheiro.
E o seu tempo de vida é precioso.
Por isso, você tem que se pagar primeiro.”
Foi aí que eu descobri a maravilha de me pagar primeiro.
Comecei a fazer isso
e isso transformou a minha vida.
Hoje, tudo o que eu conquistei,
eu devo à boa vontade desse senhor em me ajudar.
Se o que eu estou falando faz sentido para você,
eu criei uma página, um blog,
onde eu coloco muito mais conteúdos como este.
Também te convido a se inscrever no canal:
toda quarta-feira tem conteúdo desse tipo,
se isso te agrada.
Eu vou explorar mais esses temas.
Vou explicar qual tipo de serviço eu desenvolvi,
como eu consegui controlar a minha vida financeira,
como saí de uma conta negativa para uma conta positiva,
como conquistei o que tenho hoje
e como continuo crescendo e subindo.
Mas, para isso tudo acontecer,
eu tive que aprender com aquele senhor naquele banco de praça.
Aquele rapaz de cabeça baixa, triste, melancólico,
que já tinha pensado em tirar a própria vida,
aprendeu que o controle financeiro muda tudo.
O controle financeiro:
– dá paz para dormir tranquilo,
– tira as brigas de dentro de casa,
– cria sonhos,
– cria momentos maravilhosos,
porque o dinheiro te permite viver isso.
E ele nunca mais duvidou da palavra daquele sábio financeiro.
Até a próxima, até o próximo vídeo.
Um super abraço.
Claudio Caesco Mentor, Escritor e Artista
© 2026 todos os direitos reservados.